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Dossier Especial >>>SANTIAGRO 2004<<<
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Concursos da Santiagro
elegem os melhores

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Sábado e Domingo foram dias de muitos concursos na edição de 2004 da feira agro-pecuária do litoral alentejano.
No Sábado, dia das coudelarias, o prémio do Concurso Oficial de Modelo e Andamentos de Santiago do Cacém do Puro Sangue Lusitano foi ganho pela Coudelaria de S.Margarida, de Luís Pidwell.
No que diz respeito ao prémio do Concurso Nacional de Bovinos da Raça Limousine, o vencedor foi Manuel Rocha Vieira.
O criador Manuel Parola, por sua vez, venceu o prémio do Concurso da Cabra de Raça Charnequeira, uma raça de grande incidência nesta região.
Estes concursos permitem dar destaque às referidas raças, assim como valorizá-las.
No último dia de certame, dedicado ao Crédito Agrícola, a instituição que o representa entregou o prémio para o melhor expositor do ano de 2004, que este ano foi para a Pastelaria Ponto de Encontro.  

Santiagro investe nas crianças

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Uma das apostas que mereceu reforço este ano na Santiagro foi o espaço dedicado às crianças.
A Agrolândia, o espaço infantil da feira, contou durante os quatro dias do certame com centenas de visitas dos pequenos traquinas.
Naquele espaço lúdico, as crianças tiveram oportunidade de desenvolver ateliers de barro, reciclagem e pintura.
Um espaço que foi dinamizado por técnicos do Centro de Bem-Estar Infantil e a Creche e Jardim de Infância "O Ninho", da Santa Casa da Misericórdia de Santiago do Cacém.
O Sábado e o Domingo contaram ainda com a presença, a animar os mais novos, do palhaço Companhia, que distribuiu às crianças balões, peões, para além de boa disposição.
 

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Eleitos campeões da raça Ille-de-France

Teve lugar ontem a 13ª edição do concurso de ovinos Ille-de-France da Santiagro.

José Francisco Correia, produtor do Montijo, levou o primeiro prémio absoluto do Concurso Nacional de Jovens Reprodutores desta raça.

O concurso dividido em três categorias elegeu ainda no campeonato de fêmeas os produtores da Quinta do Valvite, no campeonato de machos José Correia e no lote de criadores o prémio foi também para José Correia.

Um concurso que segundo José Romão, presidente da Associação de Criadores Ovinos Ille-de-France, é muito importante para os criadores porque é um ponto de convívio para os criadores, aqui podem perceber se estiveram a trabalhar bem no que diz respeito ao tratamento dos animais, e depois é uma forma de divulgar a raça e de haverem contactos com futuros clientes.

O dirigente associativo lembra que no mesmo concurso, mas em 1999, o animal vencedor valorizou. O campeão do referido ano, antes do concurso valeria cerca de 250 contos, tendo o seu valor subido para cerca de 1200 contos.

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Entidades ofíciais inauguram Santiagro 2004

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Tendo por base o desenvolvimento sócio económico do litoral alentejano, abriu portas esta tarde a 17ª Feira Agro-pecuária do Litoral Alentejano, em Santiago do Cacém.

Sem nomes de peso do panorama político a Santiagro 2004, recebeu as entidades oficiais que visitaram os espaços da feira, este ano com a participação de 300 expositores ligados à agricultura, pecuária, artesanato, serviços e produtos regionais.

Presentes na sessão inaugural estiveram a governadora civil do distrito de Setúbal, Maria das Mercês Borges, Joaquim Aranha, subdirector da Região de Agricultura do Alentejo e os presidentes das autarquias de Santiago do Cacém e Grândola.

Carlos Aragão, presidente do Conselho de Administração da NEGDAL voltou a apontar o dedo a alguns agentes económicos que acusa de *estarem a leste da época em que estamos inseridos*. O dirigente disse ainda que a Santiagro é um espaço privilegiado para a comercialização, informação promoção, investimento e recursos humanos, as novas tecnologias e a modernização poderão ser objecto de debate, de conhecimento e de oportunidade

Maria das Mercês Borges disse em Santiago do Cacém que o certame *está muito melhor e que deve ser aproveitado enquanto espaço económico, de trocas e de apresentação de produtos*.

A governadora deixou ainda um desafio a uma maior participação do sector do turismo nesta feira, tendo em conta as enormes potencialidades do sector no Litoral Alentejano.

Esta considera que a região é uma *pérola muito bonita e que tem de ser trabalhada e exposta, está desperto para desabrochar para o turismo, uma economia muito importante e que conta ver representado com maior força nas próximas edições da Santiagro.

Já Victor Proença, presidente da Câmara Municipal de Santiago do Cacém, sublinha que houve uma *melhoria significativa* na Santiagro, com uma procura da novidade e da inovação, por mostrar e surpreender o visitante com algo de novo.

Joaquim Aranha considerou a feira como o espelho da região. Uma Santiagro que, segundo o próprio, irá ser diferente à medida que a economia se vai transformando o que *levará inevitavelmente, no futuro, a procurar outros desafios e outras vertentes*.

Debates na Santiagro

Os colóquios vão estar em destaque na edição 2004 da Santiagro. Turismo, Floresta, Reforma da Política Agrícola Comum e Suiniculturas são os temas a discutir durante os quatro dias deste certame.

Na sexta-feira, dia em que se assinala o Dia do Turismo na Santiagro, a Câmara Municipal de Santiago do Cacém debate a questão do Turismo como Factor de Desenvolvimento.

Já no Sábado a questão em debate será a floresta. Um tema que no ano passado, com os incêndios ocorridos nomeadamente no litoral alentejano, esteve em cima da mesa, e que este ano com a aproximação volta a estar na actualidade.  Em debate estarão as Áreas Ardidas, Reflorestação e Medidas de Apoio à Floresta. Uma organização da Associação de Agricultores do Litoral Alentejano e da ANSUB

O último dia de certame é marcado por dois colóquios onde os temas estão ligados à agricultura e agro-pecuária. A Caixa de Crédito Agrícola de Santiago do Cacém debate a Reforma da Política Agrícola Comum, enquanto que a Sagran (Associação de Suinicultores dos concelhos de Santiago do Cacém, Sines e Grândola) falará sobre as suiniculturas, mais concretamente sobre Métodos de Distribuição de Cadáveres dos Suínos e contará com a presença de um técnico da Direcção Geral de Veterinária.

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Suinicultores discutiram directrizes comunitárias na Santiagro

 

Os colóquios assumem um lugar de destaque nesta edição da Santiagro. Dia 30, domingo, a SAGRAN Associação de Suinicultores dos concelhos de Santiago do Cacém, Sines e Grândola, promoveu o colóquio sobre suinicultura. Dividido em dois painéis, o colóquio abordou as novas directrizes do Projecto Agro, Medida 8.1, altura para a apresentação oficial do Sistema de Informação Geográfica Digital, e os Métodos de Destruição de Carcaças de Suínos. 

 

Por se tratar de uma actividade de relevo na região, com uma forte vertente económica tem motivado grandes investimentos por parte dos suinicultores. Exemplo disso é a elaboração do Sistema de Informação Geográfica Digital, uma base de dados que reúne informação sobre as suiniculturas pertencentes a esta associação. Tratam-se de dados que vão desde o número de suiniculturas e de porcas, aos afluentes, linhas de água, capacidade das lagoas e sistemas de tratamento. Se a autarquia tivesse o PDM digitalizado poderíamos trocar informação sobre, por exemplo, que suiniculturas estão ligadas a determinada linha de água, explica José Daniel, presidente da SAGRAN.

 

Esta investigação promovida pela SAGRAN, no âmbito do projecto Agros, Medida 8.1, foi desenvolvida pelos investigadores do Instituto Superior Técnico e do Instituto Superior de Agronomia. Agora o objectivo é estender este sistema a outros municípios, mas para isso necessitamos de verbas, e do apoio dos autarcas. O Sistema de Informação Geográfica Digital será apresentado durante o primeiro painel colóquio.

 

No segundo painel em discussão foram abordadas as novas directivas comunitárias sobre os Métodos para Destruição de Carcaças de Suínos, um tema que não interessa apenas aos

suinicultores. Trata-se de uma questão muito importante e complicada, sublinha José Daniel. Por isso solicitamos a presença de um técnico da Direcção Geral de Veterinária para prestar todos os esclarecimentos.

 

texto: MEGA - Comunicação e Imagem

Santiagro 2004, reforma da Política Agrícola Comum em discussão

 

A Santiagro - XVII Feira Agro - Pecuária do Litoral Alentejano assinalou este Domingo o Dia do Crédito Agrícola, entre as várias iniciativas também este dia foi marcado por colóquios.

 

A Reforma da Política Agrícola Comum (PAC) foi dada a conhecer num colóquio promovido pela Caixa de Crédito Agrícola Mútuo de Santiago do Cacém, presentes estiveram dezenas de produtores e proprietários agrícolas.

 

Entre as novas directrizes apresentadas, pelo engenheiro José Carvalho, técnico da Caixa Agrícola de Santiago do Cacém destaque para o desvio do apoio do produto para o produtor. A nova PAC introduz modificações ao nível da modulação com a aplicação obrigatória em todos os estados membros. Ao nível da modulação esta prevista a retenção de ajudas de 3 a5% até 2007, e a aplicação de franquias para montantes inferiores a 5.000.00 euros. Determina ainda especificidades para as regiões periféricas como é o caso da Madeira e dos Açores.

 

As reformas na PAC têm ainda previsto introduzir o reforço das políticas de desenvolvimento rural a partir de verbas resultantes da modulação, 80% reafecto ao estado membro e o restante distribuído pelos Estados menos desenvolvidos.

No novo documento preconiza também um aumento do apoio a medidas agro ambientais, com um aumento da comparticipação de 75 para 85%.

Os técnicos da Caixa Agrícola colocaram especial ênfase na questão dos mecanismos de controlo financeiro, que passam a ter por de trás aconselhamento e apoio técnico.

 

Quanto a condicionalismos o pagamento de ajudas terá de obedecer a um conjunto de regras ligadas ao Ambiente, segurança alimentar e bem  estar animal. 

 

Mantém-se, no entanto, as ajudas que têm existido à produção nas culturas sectoriais arvenses e de animais. As novas directrizes da PAC permitem ao agricultor optar por deixar de produzir e recebe também uma ajuda agrupada num pagamento único, de acordo com o seu histórico.

 

Outro ponde de destaque da reforma da PAC, apresentado durante este colóquio, foram os períodos de referência correspondentes aos anos de 2000,2001 e2002. O denominado montante de referência é calculado através da média dos hectares apurados ao agricultor durante o período de referência, multiplicado pelo valor das ajudas em vigor. 

Caso o agricultor não tenha tido actividade durante o período de referência ou montantes de referência são calculados com base noutro período; 2000 e 2002, 2001 e 2002 e em certos casos 1997 a 1999. 

 

A PAC entra em vigor dentro de três, da sua reforma irão resultar valores distintos de agricultor para agricultor, de freguesia para freguesia, de regime para regime, por exemplo de sequeiro para o regadio, e de exploração para exploração.

 

texto: MEGA- Comunicação e Imagem

Santiagro 2004, colóquio sobre a floresta apresenta Projecto de Intervenção na Mata de Sines/Santiago do Cacém
 
Na Santiagro 2004 decorreu, a 29 de Maio pelas 15h30,mais um colóquio onde o tema em discussão foi a Floresta. Num primeiro painel, promovido pela Associação de Agricultores do Litoral Alentejano, foram tratadas questões como a manutenção da floresta e a prevenção de incêndios, num segundo painel, promovido pela ANSUB, foram prestados esclarecimentos sobre as medidas de apoio à arborização, rearborização e beneficiação.

Projecto de intervenção na mata de Sines/Santiago do Cacém abrange uma área de 16 mil hectares, dos quais 10 mil são área florestal, e destes cerca de cinco mil e quinhentos são área de pinhal e sobreiros. Este projecto começou a ser elaborado em Maio de 2004 pela AFLOPS, foi já aprovado e começará a ser implementado na próxima segunda feira. A sua aplicação no terreno só estará concluída daqui a quatro anos. Para este Verão a AFLOPS já irá intervir nas áreas mais sensíveis de sofrerem um incêndio.

Os objectivos do Projecto de Intervenção na mata de Sines/Santiago do Cacém são em primeiro lugar proteger todo o espaço florestal existente, e em segundo lugar fazer uma intervenção integrada desse mesmo espaço, explica o mesmo responsável da AFLOPS.

Com estas duas medidas de intervenção pretende-se aumentar a sustentabilidade da área florestal, diminuir o risco de ocorrerem incêndios e o tempo da primeira intervenção. Por fim estabelecer uma rede de placas de informação para sensibilizar as pessoas, e por outro lado localizar pontos de água e de risco.

O primeiro passo deste projecto foi realizar o levantamento das zonas de risco e as situações que colocam em risco as áreas florestais. A mancha de floresta em continuo entre a EuroResinas( Sines) e a faixa costeira até Vila Nova de Santo André, é um dos principais problemas e agravantes que esta zona tem,explica Nuno Calado da AFLOPS.

Embora ao nível de segurança este zona tem uma boa rede de asseiros.

Foram ainda enumerados como factores de risco o clima, com temperaturas altas e pouca humidade, há muito pinhal com algumas zonas sem gestão, ou seja, com muita regeneração e uma elevada carga combustível, ou seja muito mato. Na zona costeira os principais problemas detectados prendem-se com os fluxos rodoviários, há sempre uma ponta de cigarro que é lançada de uma janela.O tráfego rodoviário, com o transporte de mercadorias perigosas, e ferroviário também foram identificados como factores de risco.

O projecto será desenvolvido em conjunto pela AFLOPS e a Protecção Civil Municipal de Sines e Santiago do Cacém.

Durante este colóquio foi ainda defendida a importância da prevenção, e imputada responsabilidade aos proprietários florestais e agrícolas na limpeza dos seus terrenos. As sucessivas reformas da PAC foram também apontadas como responsáveis pela actual situação de abandono do campo. A forma como a floresta é gerida foi, igualmente, alvo de críticas não muda nada há 30 anos, assim como a cadeia de comando dos bombeiros e protecção civil, demasiado complexo e que o torna ineficaz.

Numa nota final foi defendido que os proprietários devem tomar conta do que é seu, porque há muito que pode ser feito. E lançada a ideia de serem criados corpos especializados de combate aos incêndios em cada região financiados pelos proprietários, Câmaras Municipais e entidades oficiais.

O colóquio sobre a Floresta encerrou com a explicação das medidas de apoio à florestação, no âmbito do programa Agro, medida 3.1 e RURIS.  

texto: MEGA- Comunicação e Imagem

Destaque:
 
Santiagro discute turismo

A Santiagro 2004 é também o espaço de debate de novas ideias, o colóquioÁ Conversa com o Turismo, promovido para Câmara Municipal de Santiago do Cacém, hoje pelas 15h00, mostrou as mais valias do turismo rural com a apresentação de três empreendimentos localizados no Alentejo.

A Herdade do Touril debaixo, na Zambujeira do Mar, concelho de Odemira, a Horta dos Tourrejais, em Moura e a Herdade dos Apóstolos, em Portalegre, dedicam-se ao turismo rural e todas passaram pelo mesmo processo em que a burocracia é uma via-sacra.Se os projectos dão hoje cartas foi apenas por teimosia dos seus proprietários. Em comum nos três empreendimentos o respeito por manter a traça alentejana, recuperando velhos montes e habitações senhoriais e garantindo o respeito pela zona onde se inserem, o meio rural.

A maioria dos clientes deste tipo de turismo são jovens adultos provenientes de grandes centros urbanos, que procuram a tranquilidade do campo.

José Baguinho, vereador com o pelouro do turismo da Câmara Municipal de Santiago do Cacém, considerou que a actual legislação não facilita este tipo de empreendimentos, devido à morosidade dos processos, e muitos desistem a meio do percurso.

O autarca defendeu que talvez seja necessário sensibilizar as entidades que legislam sobre esta matéria, para que todo o procedimento que leva ao licenciamento dos projectos de turismo rural sejam mais céleres para que efectivamente surjam em tempo útil e tenham a rentabilidade que os empresários esperam.

O responsável do turismo no município salientou ainda que o turismo em espaço rural é uma vertente importante para a nossa região, acrescentando que existe potencial, não só zona junto à costa como na serra.

Durante o colóquio/conversa foi ainda apresentada a ideia do Centro de Informação Turística do Alentejo Litoral, um projecto que está a ser desenvolvido pela ADL Associação de Desenvolvimento Local.

Segundo o presidente desta associação, Mário Hilário, o centro pretende realizar o levantamento dos circuitos rurais, dos produtos regionais, da gastronomia, artesanato e das tradições.

O objectivo é oferecer as riquezas da região num pacote e, em conjunto com as casas de turismo rural, explicou este responsável.

Sensibilizar as entidades que têm o poder de legislar sobre esta matéria é o primeiro passo para a implementação e crescimento da vertente turística em espaços rurais.

Texto: MEGA- Comunicação e Imagem

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